Terminou no dia 23 de agosto, a 31ª edição do Festival de Gramado.
Eis os ganhadores nas modalidades Filmes de Longa Metragem Brasileiros e Filmes de Longa Metragem Latinos.
FILMES DE LONGA METRAGEM EM 35mm, BRASILEIROS:
Melhor Filme: De Passagem Melhor Diretor:Ricardo Elias (De Passagem)
Melhor Ator Coadjuvante: Fábio Nepô (De Passagem)
Melhor Atriz Coadjuvante: Dirá Paes (Noite de São João)
Melhor Ator: Marcelo Serrado (Noite de São João)
Melhor Atriz:Maria Fernanda Cândido (Dom)
Melhor Roteiro: Cláudio Yosida e Ricardo Elias (De Passagem)
Prêmio da Crítica: De Passagem
Prêmio do Júri Popular: O Preço da Paz
Woody Allen abriu o 60º Festival de Veneza com seu filme Anything Else.
Parece que ele desitiu da briga com a mídia e agora, sempre que pode, está a vista.
Primeiro foi ao Oscar, depois participou do Festival de Cannes, no ano passado, com o filme Hollywood Ending.
Em Veneza, além de abrir o Festival, participou de uma entrevista coletiva ao lado dos atores Jason Biggs (é, esse mesmo que você tá pensando) e Christina Ricci, protagonistas de Anything Else.
E como todos os seus filmes, dividiu muito os críticos, alguns gostaram muito, afirmando que o diretor voltou a forma antiga, outros disseram que é mais um filme de Allen sobre NY, Jazz e casais problemáticos.
Bom, é esperar para ver e descobrir quem tem razão.
estrelado por Raphaela Ximenes at 3:52 PM Prêmios Técnicos:
Premiadíssimo do Oscar esse ano, um musical imperdível. Com ótimas atuações de Reneé Zellweger, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere.
Um filme que não pretendo alugar de novo e sim comprar o DVD de vez!
Mais um filme da trilogia O Senhor dos Anéis, como o primeiro muito bem feito por Peter Jackson, fotografia divina e história fidelíssima ao livro.
Aliás, penso, penso, penso e não encontro nenhum outro diretor mais perfeito que o Jackson para ter dirigido essa trilogia.
Se alguém ainda tem alguma dúvida, é só rever o maravilhoso Almas Gêmeas, e vai entender o que quero dizer!
Que coisa, não?!
Esses são: Fele Martinéz (sentado) e Gael Garcia Bernal (LINDOOO!!!).
Além de tudo, Almodóvar tem muiiiiiiiiiito bom gosto!
Depois falo mais sobre seu novo filme: La Mala Educación.
1. Porque é com o Johnny Depp lindo, maravilhoso (muito bem ilustrado aí em cima) e que sempre manda muito bem em qualquer papel que faz. Seja no filme mais bobinho, quanto no drama mais denso.
2. Porque é com o Geoffrey Rush, puta ator que assim como o Depp é super versátil e ótima razão para se ver qualquer filme.
3. Porque é dirigido pelo Gore Verbinski, de quem virei fã número um depois de ver O Chamado.
4. AH! E também tem o Orlando Bloom, outro colírio para os olhos!
Hoje fui ver Lisbela e o Prisioneiro. UMA GRAÇA!!! Filme fofo nacional, bem escrito, bem dirigido, bem interpretado e muito bem falado, porque o texto é um espetáculo a parte.
Desses filmes que o diretor acerta desde a locação, até o sapato da última cena da atriz, sabe?
Tudo se encaixa muito bem, e a química entre todos os personagens principais é impressionante!
Eu tava com medo, porque minha expectativa era muito grande em relação a esse filme, e acabou que foi além, porque é um filme com uma história simples, romanticazinha, super previsível, mas mesmo assim você sai do cinema totalmente de bem com a vida, se sentindo a própria Lisbela.
AH! E a trilha sonora é muito boa também, encaixa perfeitamente no clima brega/cult do filme.
estrelado por Raphaela Ximenes at 12:13 AM Prêmios Técnicos:
Segunda-feira, Agosto 04, 2003
O que tem passado pelo meu DVD:
Meu Primeiro Homem.
Esse era um filme que tinha tudo para ser muito bom, começa bem, muito bem, contando a história de uma menina (Leelee Sobieski) de mal com a vida que conhece um senhor (Albert Brooks) - o mister do título original - e começa uma estranha amizade entre os dois. Tudo vai muito bem no filme até o meio, quando o filme debanda para o dramalhão e muda completamente. Mas muda tanto, que quando acaba se fica na dúvida se é dirigido o tempo todo pela mesma pessoa.
Fiquei muito decepcionada...
As Damas de Ferro Esse filme deveria ser denominado como O Priscilla Tailândes. Tem o mesmo clima festivo do filme Australiano, pra contar a história real do time de vôlei Tailândes que se autodenominava As Damas de Ferro por ser composto quase que exclusivamente por jogadores gays, e que cheag a final do Campeonato Nacional, levando a medalha de ouro pra casa.
Um filme totalmente despretensioso, um pouco exagerado às vezes, mas sem ser panfletário. Ele apenas conta de forma divertida a hsitória de um time que apenas se importava em ser feliz fazendo o que gostava, independente da preferência sexual de seu jogadores.
AH! Uma curiosidade: No fim do filme, já nos créditos finais, aparecem os verdadeiros jogadores que compunham o time.
estrelado por Raphaela Ximenes at 9:39 AM Prêmios Técnicos: